01 dezembro, 2006

a desordem


Hoje pela manhã peguei uma folha de papel sulfite, fiquei olhando para ela e não sabia o que escrever, eu pensava em tantas coisas e pensava em nada, fazia exercícios com a mente, exercitava todos os acontecimentos numa fração de segundo.
Sempre pensando nos porquês, na ordem maluca dessa órbita desconexa, no conformismo, eu penso sempre no nosso país e só consigo associá-lo à impunidade.
O próximo passo é sempre uma dúvida, não pensar em nada e ter que pensar em tudo, saber onde ir, não ter para onde ir.
As questões de sempre junto aos grãos de areia da velha ampulheta.

Preciso de uma bebida alcoólica.

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