11 setembro, 2006

Felicidade


Folhagens na ventania, escuro das sombras ao entardecer com a movimentação do destino.
A paz questionável e sem sono dos tempos de sempre na madrugada fria e sonhadora.
Quantas sementes enterradas e assopradas na companhia da formosa lua.
Raios felizes da realidade nua e deserta, o momento da eletricidade estática com as juras da lamparina acesa no meio da noite.
Desejos atemporais sem os mesmos carnavais, sem rosas, cem roseiras, sentinelas com sentimentos, sem marcas, com cicatrizes.

Um comentário:

Anônimo disse...

Eu tava querendo saber o que era essa tal de goiabinha...porque goiabinha?filosofia?Gostei do seu blog .